sexta-feira, 4 de abril de 2008

CITOLOGIA PARTE I


1. As partes fundamentais de uma célula
Em 1833, o pesquisador inglês Robert Brown descobriu que a maioria das células apresentava uma estrutura interna esférica ou ovóide, que ele chamou de núcleo. Os cientistas concluíram que tanto as células de plantas quanto as de animais eram revestidas de uma finíssima película, denominada membrana plasmática. No caso das células vegetais há ainda mais um envoltório que recebe o nome de parede celular. No inicio do século passado, portanto, já haviam sido descobertas as três partes fundamentais das células que constituem os seres vivos: membrana plasmática, citoplasma e núcleo.

2. O conceito de metabolismo
No interior das células ocorrem, a todo instante, milhares de reações químicas fundamentais a vida. Substancias que a célula ingere como alimento, por exemplo, têm suas moléculas quebradas em reações químicas que liberam energia (reações exotérmicas). Essa energia é utilizada em outras reações que precisam dela para ocorrer (reações endotérmicas), como a fabricação de uma proteína pela célula, por exemplo.

3. Principais componentes inorgânicos das células
Água – cerca de 70% do peso de uma pessoa se deve a essa substancia. A água pode agir na célula, ora como solvente, ora como reagente.
Sais minerais – substancias inorgânicas constituídas por elementos químicos unidos por ligações iônicas. Exemplos: fosfatos, carbonatos, etc.

FEIRA DE CIÊNCIAS


Atenção alunos e comunidade escolar!
A Escola Ricardo de Sousa Neves irá realizar no dia 28/05/08 uma Feira de Ciências que irá abordar o tema geral: DENGUE.
Fique de olho e participe.
Mais informações, em breve, aqui ou na própria escola.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Infarto cerebral


Isto pode ser útil:

Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu no chão suavemente.

Ela garantiu aos presentes que estava bem (aos que se ofereceram para
chamar por socorro) e que havia tropeçado no ladrilho por causa de
seus sapatos novos.

Seus amigos a ajudaram levantar-se e lhe trouxeram um novo prato de
comida, enquanto ela parecia um pouco aturdida, tentou desfrutar da
festa durante o resto da tarde.

Mais tarde o marido ligou para seus amigos informando que sua mulher
havia sido levada ao hospital - (às 18:00h ela veio a falecer) Havia
sofrido um infarto cerebral durante o churrasco.

Se seu esposo e amigos soubessem como reconhecer um infarto cerebral,
talvez hoje ela estivesse entre nós.

Só leva um minuto ler isto

Reconhecer um infarto cerebral

Um neurologista afirma que se o chamam dentro das primeiras 3 horas,
pode reverter totalmente os efeitos de um infarto cerebral. Afirma que
o macete consiste em reconhecê-lo, diagnosticá-lo e dar assistência ao
paciente dentro das primeiras três horas.

RECONHECER UM INFARTO CEREBRAL

Lembre-se dos “3″ Passos. Leia e aprenda!

As vezes os sintomas de um infarto cerebral são difíceis de se
identificar. Infelizmente, a falta de conhecimentos pode ser fatal. A
vítima do infarto pode sofrer danos cerebrais se as pessoas que a
atenderem não conseguirem reconhecer os sintomas do infarto cerebral.

Atualmente os médicos estabeleceram uma regra para reconhecê-lo
mediante três simples perguntas:

* Peça que a pessoa SORRÍA.

2. Peça que a pessoa LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.

3. Peça que a pessoa PRONUNCIE UMA FRASE SIMPLES (Coerente)

(por exemplo . . . Hoje é um dia ensolarado)

Se ele ou ela tem dificuldade com qualquer uma destas três provas,
chame imediatamente o SOCORRO e descreva os sintomas.

Fonte: blog Você sabia?

Você sabe o que é ONICOFAGIA?


A onicofagia é o singular de hábito de roer unhas, é um dos hábitos mais comuns em que vemos em, crianças, jovens e adultos.

O hábito e a necessidade de roer ou até mesmo de comer as unhas, está ligado a um estado de psico-emocional de ansiedade ou seja, considerado como reflexo de desajustes emocionais.

A incidência diminui após os 16 anos de idade. Portanto, considerado normal entre as idades de 4 a 18 anos, devido a sua alta prevalência nesta faixa etária.

A causa do hábito ainda não se sabe. Porém, pessoas que roem unhas têm mais ansiedade do que aqueles que não têm a onicofagia, nenhuma diferença significativa em relacionar a onicofagia à ansiedade. Outros citam a tendência familiar devido, provavelmente, ao ato de imitação.

As conseqüências

O hábito de roer unhas pode provocar sérios problemas. Roer as unhas produz ferimentos que servem de porta de entrada para vírus como o HPV, causador de verrugas na pele.

Quem engole pedaços de unhas pode ter pequenas lesões no estômago ou no intestino. Um outro fator é, as mãos podem estar sujas e a pessoa acaba ingerindo germes.

Tratamento

De modo geral, a onicofagia não é um caso de se preocupar e, se não estimulado, com o tempo desaparece. Embora, se estiver associado a outros problemas, o quadro é mais complexo e precisará de ajuda especializada.

Veja alguns exemplos que ajudará a controlar a onicofagia:

Manter as unhas bem cortadas, evitando que as pontas mal aparadas sirvam de tentação para os roedores.
Mordedor de borrachas (Principalmente quando está assistindo filme, jogos, novelas, ect.)
Chicletes sem açúcar
Ocupar as mãos do indivíduo com atividades (trabalhos manuais ou instrumentos).

Produzido por Keilla Costa

Contra o bócio

Governo vai financiar pesquisa sobre efeitos da iodação do sal na saúde
O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira que vai financiar uma pesquisa sobre os efeitos da adição de iodo no sal na saúde da população do país.

A PNAISAL (Pesquisa Nacional para Avaliação do Impacto da Iodação do Sal) pretende investigar se a quantidade de iodo presente no sal de cozinha que é consumido pela população é adequada.

A pesquisa, que começa a partir da próxima segunda-feira (31), será realizada pela Universidade Federal de Pelotas (RS). Ao todo, serão 20 mil pessoas, entre 6 e 14 anos, que terão a urina coletada e analisada.

Conforme informa o ministério, a pesquisa também inclui questionários com os pais das crianças e adolescentes e coleta do sal de cozinha utilizado nos domicílios visitados.

A duração da pesquisa deve ser de quase dois anos, entre a coleta e análise dos dados. O primeiro Estado a ser pesquisado será o Rio Grande do Sul.

Saúde pública

Desde a década de 1950, o governo brasileiro estabeleceu a obrigatoriedade da adição de iodo no sal de cozinha. A medida foi adotada pelo governo após o bócio --doença associada à deficiência de iodo no organismo-- se transformar em problema de saúde pública no país.

De acordo com o Ministério da Saúde, na época, cerca de 20% da população apresentava a doença.

Desde a medida, o governo já realizou quatro pesquisas para avaliar os efeitos da iodação do sal. A primeira, em 1955, apontou que 20,7% apresentavam o bócio. Nas pesquisas posteriores, o número caiu para 14,1% em 1974, 1,3% em 1984, e 1,4% em 2000.

Atualmente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estabelece que a proporção de iodo no sal de cozinha seja de 20 a 60 microgramas por quilo.

O Ministério da Saúde recomenda que, por dia, crianças devem consumir cerca de 90 microgramas de iodo e adultos cerca de 150 microgramas de iodo das diferentes fontes, como leites, produtos lácteos e o próprio sal iodado.

Fonte: Folha Online

Biocombustíveis estão perdendo o rótulo ambiental, diz 'El Pais'

Jornal relata crescentes questionamentos na Europa sobre a produção.

Está cada vez mais difícil garantir o rótulo de fonte de energia ambientalmente "verde" aos biocombustíveis, por conta dos crescentes questionamentos sobre os possíveis efeitos danosos de sua produção, segundo afirma artigo publicado nesta segunda-feira pelo diário espanhol El País.

"A culpa é do crescente número de especialistas, investigadores e ecologistas que questionam a sua capacidade para reduzir as emissões de CO² e falam dos efeitos do desmatamento e do aumento das desigualdades que podem causar", observa o jornal.

A reportagem comenta que, pela segunda vez no ano, a Comissão Européia teve que sair à defesa de sua norma que prevê um gradual aumento no uso de biocombustíveis para o transporte - chegando a 5% em 2010 e 10% em 2020 -, diante de críticas da Grã-Bretanha.

"Na última vez, Robert Watson, assessor de meio ambiente do primeiro-ministro Gordon Brown, recomendou ao governo britânico que estabelecesse uma moratória na aplicação das cotas estabelecidas pela União Européia e questionou seriamente a contribuição dos biocombustíveis para a redução das emissões de CO²", diz o texto.

"Graves impactos"

Segundo o jornal, "outros especialistas em questões ambientais, numerosos centros de investigação e universidades e a maior parte dos grupos ecologistas e de defesa dos direitos humanos emitem diariamente declarações e documentos nos quais afirmam que os biocombustíveis não contribuem para lutar contra a mudança climática, que provocam graves impactos ambientais em regiões de alto valor ecológico (Indonésia e América do Sul, principalmente), que alteram o preço dos alimentos e que estabelecem um modelo agrícola de exploração do trabalho e alta dependência de grandes multinacionais".

A reportagem relata que um fórum de discussões da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento da Europa) reconheceu que "o rápido crescimento no uso dos biocombustíveis de primeira geração repercutiu no preço dos alimentos e é um tema de preocupação em vários países", mas também "falava de seus benefícios".

Segundo o jornal, "trata-se de uma constante troca de acusações e apoios que mantêm o setor em pé-de-guerra, especialmente na Europa".

O El País conclui dizendo que, apesar de tudo, as pesquisas para melhorar os biocombustíveis "seguem adiante e avançam".

Fonte: O globo Online

Pó químico intoxica 76 pessoas no Rio de Janeiro

Pó químico, que era usado para o combate ao mosquito da dengue, intoxica 76 pessoas em uma empresa de telemarketing no Rio de Janeiro. Informações da Secretaria Municipal de Saúde dizem que 51 pessoas deram entrada no ambulatório do Hospital Souza Aguiar por causa do forte cheiro do pó. Todos já foram liberados.
Na sexta-feira (28) outras 25 passaram pelo atendimento no mesmo hospital. A substância, ainda não identificada, teria sido colocada na tubulação do ar-condicionado central do prédio para evitar proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, participa nesta sexta-feira, 28, de reunião com secretários de Saúde estadual e municipal para decidir ações contra a epidemia de dengue no Rio de Janeiro. Na segunda-feira (31), as Forças Armadas irão montar três hospitais de campanha para atender e diagnosticar pacientes com dengue no Rio, que vive uma epidemia da doença. Serão 1.200 militares, trabalhando a partir de segunda-feira para receber casos suspeitos encaminhados por hospitais referenciados pela Secretaria Estadual da Saúde.
Fonte: Estadão Online

Conheça o Projeto Tamar


Projeto Tamar é um dos mais bem sucedidos projetos de preservação de espécies marinhas em risco de extinção no Brasil. Dedicado à preservação das tartarugas marinhas o projeto estende-se por toda a costa brasileira inclusive Fernando de Noronha e Atol das Rocas, dividindo a costa em áreas de alimentação, de reprodução e mistas. As tartarugas têm mais de 150 milhões de anos, resistiram a inúmeras ameaças inclusive adaptando-se de seu habitat original que era a terra, para o marítimo, o que gerou várias mutações no processo de adaptação, mantendo apenas a desova em terra - em praias desertas e durante a noite. Este é seu ponto mais vulnerável. O crescimento populacional e conseqüente invasão das praias tanto com pessoas como com luz elétrica, tem diminuído drasticamente os locais de reprodução das tartarugas marinhas gerando risco de extinção. Os esforços do Projeto Tamar têm garantido-lhes a continuação da espécies.

Crime contra a biodiversidade


Da América à Ásia, de Norte a Sul, o tráfico ilegal de animais vivos, floresce. O mercado consumidor são os colecionadores privados, laboratórios de pesquisa, lojas de animais, zoológicos, circos e até curandeiros da Ásia. É o terceiro maior negócio em contrabando depois de drogas e armas. Os traficantes combinam ingenuidade com desumanidade nos métodos de disfarce da bagagem/animal. A maioria dos especialistas em desvendar o tráfico animal concorda que a melhor estratégia é conscientizar os compradores e não os vendedores (pois este tráfico é extremamente lucrativo para eles).