sexta-feira, 28 de março de 2008

O que você precisa saber sobre a DENGUE


A dengue é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus da família Flaviridae e é transmitida através do mosquito Aedes aegypti, também infectado pelo vírus. Atualmente, a dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública de todo o mundo.
Tipos de Dengue
Em todo o mundo, existem quatro tipos de dengue, já que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4.
No Brasil, já foram encontrados da dengue tipo 1, 2 e 3. A dengue de tipo 4 foi identificada apenas na Costa Rica.
Formas de apresentação
A dengue pode se apresentar – clinicamente - de quatro formas diferentes formas: Infecção Inaparente, Dengue Clássica, Febre Hemorrágica da Dengue e Síndrome de Choque da Dengue. Dentre eles, destacam-se a Dengue Clássica e a Febre Hemorrágica da Dengue.
- Infecção Inaparente
A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma. A grande maioria das infecções da dengue não apresenta sintomas. Acredita-se que de cada dez pessoas infectadas apenas uma ou duas ficam doentes.
- Dengue Clássica
A Dengue Clássica é uma forma mais leve da doença e semelhante à gripe. Geralmente, inicia de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.
Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.
- Dengue Hemorrágica
A Dengue Hemorrágica é uma doença grave e se caracteriza por alterações da coagulação sanguínea da pessoa infectada. Inicialmente se assemelha a Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.
Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.
- Síndrome de Choque da Dengue
Esta é a mais séria apresentação da dengue e se caracteriza por uma grande queda ou ausência de pressão arterial. A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.
Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

O problema do lixo urbano


O acúmulo do lixo é apenas uma das desagradáveis conseqüências do “progresso”. Nos paises desenvolvidos uma pessoa produz, em media, cerca de 2,5 kg de lixo por dia. Em muitos casos, o lixo enterrado contamina os lençóis de água subterrânea. Por outro lado, queima-lo agrava mais ainda a poluição atmosférica.

O que fazer?
As soluções modernas apontam inequivocamente para a reciclagem do lixo. O lixo orgânico pode ser degradado por microorganismos em grandes tanques chamados biodigestores, produzindo gás natural (metano). Os resíduos sólidos da biodigestão transformam-se em adubo orgânico para o solo.

O DDT ao longo das cadeias alimentares
Dicloro-difenil-tricloretano (DDT) é um inseticida muito usado no combate às pragas das lavouras. Há diversos casos comprovados de doenças de fígado, como a cirrose e o câncer provocados pelo DDT e por outros inseticidas semelhantes.

O controle da poluição ambiental
Dramas causados por grandes catástrofes ambientais (como em Chernobyl, na ex-Uniao Soviética, 1986) vêm fazendo com que os governos de vários paises, pressionados pela sociedade civil, criem órgãos especiais para controlar a poluição e preservar o ambiente.
Já em 1972, a ONU organizou a conferencia das Nações Unidas sobre o Ambiente. O documento resultante ficou conhecido como Declaração de Estocolmo sobre o ambiente. Um reflexo dessa reunião foi a criação em 1973, da secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA) pelo governo brasileiro.

Problemática dos esgotos


O lançamento de dejetos humanos nos rios, lagos e mares é a forma mais comum de poluição da água. Devido à eutroficação por esgotos humanos, muitos rios que banham as grandes cidades tiveram sua fauna e flora totalmente destruídas, tornando-se esgotos a céu aberto.

Problemática dos resíduos industriais e agrícolas
Substâncias poluentes, como detergentes, ácido sulfúrico e amônia, entre outras, envenenam os rios e prejudicam sua comunidade biológica.
poluição por mercúrio – os garimpeiros utilizam-no em larga escala para retirar o ouro do minério bruto. Pessoas que se alimentam de peixes envenenados por mercúrio podem apresentar sérios problemas no sistema nervoso.
poluição por fertilizantes e agrotóxicos – quando são lançados sobre as lavouras, além de poluir o solo, são levados pelas águas das chuvas até os rios, onde intoxicam e matam diversos seres do ecossistema.

Faça alguma coisa pelo nosso planeta


Efeito estufa
Segundo alguns cientistas, se for mantido o ritmo de acumulação dos gases que provocam o efeito estufa, podemos esperar elevação de até 4ºC na temperatura média mundial, nos próximos 50 anos.

Destruição da camada de ozônio
A poluição atmosférica é responsável pela destruição da camada de ozônio, localizada a 12 e 50 quilômetros de altitude, que protege a superfície terrestre da radiação ultravioleta do Sol.
Principal causador: o gás clorofluorcarbono (CFC), usados nos sistemas de refrigeração de geladeiras e de aparelhos de ar condicionado.
Efeitos: aumento nos casos de câncer de pele; morte de algas do plâncton (responsável pela vida marinha e liberação do dimetil-sulfeto, que auxilia na formação de nuvens).

Alterações nas estruturas dos ecossistemas


Desmatamentos
O mundo perde, a cada ano, grandes áreas florestais, trazendo graves prejuízos ao solo e poluição atmosférica, como também, a extinção de diversas espécies e a diminuição do “estoque global de biodiversidade”.
2.3. Extinção de espécies
O total desaparecimento de uma ou mais espécies pode trazer sérios prejuízos ao equilíbrio de um ecossistema. O número de espécies extintas nos últimos anos é muito grande e dezenas estão ameaçadas.

Poluição
Afeta diretamente a saúde humana, além de prejudicar o equilíbrio dos ecossistemas naturais.
Principais poluentes do ar
* Monóxido de carbono (CO) – o CO tem a capacidade de se combinar com a hemoglobina do sangue, inutilizando-a para o transporte de oxigênio.
* Dióxido de enxofre (SO2) – provoca irritação das mucosas do aparelho respiratório, causando bronquite, asma e enfisema pulmonar. Além disso, o SO2 reage com o vapor de água na atmosfera, causando a chuva ácida.

1. A espécie humana e o equilíbrio dos ecossistemas


Quanto maior o número de pessoas, maior é a exploração dos recursos naturais e a produção de resíduos, o que causa a poluição da atmosfera, da água e do solo. Os efeitos globais da poluição gerada pelo desenvolvimento industrial já são bem evidentes.