
O acúmulo do lixo é apenas uma das desagradáveis conseqüências do “progresso”. Nos paises desenvolvidos uma pessoa produz, em media, cerca de 2,5 kg de lixo por dia. Em muitos casos, o lixo enterrado contamina os lençóis de água subterrânea. Por outro lado, queima-lo agrava mais ainda a poluição atmosférica.
O que fazer?
As soluções modernas apontam inequivocamente para a reciclagem do lixo. O lixo orgânico pode ser degradado por microorganismos em grandes tanques chamados biodigestores, produzindo gás natural (metano). Os resíduos sólidos da biodigestão transformam-se em adubo orgânico para o solo.
O DDT ao longo das cadeias alimentares
Dicloro-difenil-tricloretano (DDT) é um inseticida muito usado no combate às pragas das lavouras. Há diversos casos comprovados de doenças de fígado, como a cirrose e o câncer provocados pelo DDT e por outros inseticidas semelhantes.
O controle da poluição ambiental
Dramas causados por grandes catástrofes ambientais (como em Chernobyl, na ex-Uniao Soviética, 1986) vêm fazendo com que os governos de vários paises, pressionados pela sociedade civil, criem órgãos especiais para controlar a poluição e preservar o ambiente.
Já em 1972, a ONU organizou a conferencia das Nações Unidas sobre o Ambiente. O documento resultante ficou conhecido como Declaração de Estocolmo sobre o ambiente. Um reflexo dessa reunião foi a criação em 1973, da secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA) pelo governo brasileiro.

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